terça-feira, 27 de abril de 2010

Os limites do “empreendedorismo colaborativo”

Há alguns dias, o Ning, site que permite a criação gratuita de redes sociais, anunciou uma radical mudança de direcionamento: passará a cobrar pelos seus serviços e deixará de lado as centenas de milhares de comunidades gratuitas que fazem – ou faziam – da empresa os seus lares.

Fenômeno mundial há anos, a rede de microblogs Twitter comprou o Tweetie, uma das mais utilizadas aplicações que permitem o acesso aos serviços da rede a partir de computadores ou celulares sem a necessidade de se entrar no site em si. A transação deixou enfurecidos os tantos desenvolvedores que criaram as suas plataformas de acesso ao Twitter e que, agora, passarão a concorrer diretamente com a própria marca sobre a qual os seus negócios foram montados.


O mesmo pode-se dizer da Apple que, ao criar a sua rede de anúncios, descarta as outras tantas que já existiam para o IPhone; e para o Ning, que entendeu que não mais precisaria viabilizar redes sociais gratuitamente como motor do seu negócio, visto que este já havia deslanchado.


Mas o que difere esse movimento de outros no passado é justamente o tipo de relação que está sendo posta em cheque. Todos esses modelos baseavam-se em uma relação de simbiose plena – uma espécie de “empreendedorismo colaborativo”: em nome da audiência, as grandes marcas abriam as suas plataformas para as aplicações desenvolvidas por terceiros e que, por característica, agregavam mais utilidade a elas; e esses terceiros, por sua vez, conseguiam vender as aplicações para os usuários finais das plataformas e tirar daí os seus sustentos.

O que quase ninguém se perguntava era justamente o que aconteceria caso as grandes marcas, satisfeitas com os patamares de audiência alcançados e ansiosas por ampliar as suas fontes de receita, perdessem o interesse pela manutenção das parcerias.E foi o que aconteceu não apenas com o Twitter, o Ning e a Apple, mas com outras marcas ao redor do globo. O resultado foi óbvio: as partes mais fracas viram-se, da noite para o dia, em uma crise de identidade sem precedentes: umas precisariam pagar para continuar existindo enquanto que outras simplesmente foram despidas dos seus principais modelos de negócio.

Curiosamente, enquanto relações são desfeitas e turbas digitais aglomeram-se em protestos, as grandes marcas continuam prometendo mundos e fundos para terceiros que, apesar de tudo, decidiram investir justamente na relação de simbiose (principalmente nos segmentos em que elas – ainda – não demonstraram interesse em agir por conta própria). É o que fazem, por exemplo, a Apple com o IPad, o Google com o Android e, claro, o Facebook.

Os seus números apontam sucesso absoluto para a estratégia, deixando claro o poder de sedução que continuam tendo. Todavia, uma nova peça foi inserida no jogo do “empreendedorismo colaborativo”, tão peculiar ao mercado digital: a certeza de que confiar cegamente em uma parceria com gigantes está longe de ser uma estratégia infalível.

Ironicamente, enquanto se estiver à frente de uma iniciativa de sucesso moderado ancorada em plataformas de terceiros, há uma relativa segurança. Mas, a partir do momento em que um negócio vire um retumbante sucesso, a possibilidade do “parceiro” decidir desalojar o desenvolvedor e colher os frutos sozinho é comprovadamente concreta.


Como o próprio Fred Wilson, um dos investidores do Twitter, insinuou em seu blog, basear um modelo de negócios inteiro em cima da plataforma dos outros talvez não seja, de fato, uma decisão inteligente. Ao menos não se este modelo der muito certo.


Fonte: HSM (site oficial)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A diferença entre preço alto e preço justo

Puxa, mas é caro, não? Ao orçar o trabalho de um profissional de comunicação, a pequena empresa tende a considerar caro o serviço e chega a pensar em contratar um improviso.

Você, como cliente de serviços de comunicação, já se perguntou porque aquele cara cobrou tão caro pelo site que você quer encomendar? Clique aqui e confira na íntegra essa interessante matéria da Webinsider.

terça-feira, 2 de março de 2010

Fecomercio alerta MPE sobre pagamento de "taxas caça-níquel"

Entidades fantasmas intensificam cobrança neste período do ano, mas apenas a contribuição sindical é compulsória e deve ser recolhida até 31 deste mês

Aviso | As micro e pequenas empresas devem estar atentas para não efetuarem o pagamento de taxas indevidas, mais conhecidas como “caça-níquel”. O alerta é da Fecomercio, federação representativa do comércio em São Paulo, por meio de sua assessoria jurídica. Neste período do ano, são comuns as reclamações de empresários, surpreendidos com cobranças feitas por meio de boletos bancários, depois de abrirem seus estabelecimentos. Na maioria das vezes, o prazo de vencimento é muito curto, o que leva o empresário, mesmo sem saber do que se trata, a efetuar o pagamento.

As entidades fantasmas conseguem, por meio das publicações do Diário Oficial, as informações de criação de novas empresas e, dessa forma, passam a enviar os boletos de cobrança, explica a Fecomercio em nota à imprensa. As principais queixas surgem logo após o pagamento da taxa. Os empresários, após perceberem o equívoco, procuram a Federação ou outras entidades de classe, buscando informações para reaverem o valor despendido.

A Fecomercio alerta as MPE, principalmente, para sobre as entidades que não possuem registro no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e utilizam nomenclaturas para ludibriar os empresários, cobrando taxas que são próprias de organizações sindicais, como Contribuição Assistencial, Sindical e Confederativa.

Além de utilizar a nomenclatura de Contribuição Assistencial, frequentemente, essas entidades fantasmas utilizam outras “taxas” para atingir o fim ilícito. A Fecomercio aconselha que os empresários verifiquem junto aos respectivos sindicatos se as taxas cobradas são realmente lícitas. Caso já tenham efetuado o pagamento, é importante que compareçam à agência bancária mencionada no boleto exigindo o estorno do valor, se possível por escrito. Outra providência a ser tomada é comparecer à delegacia e registrar o ocorrido.

“É muito importante ligar para a entidade sindical patronal e confirmar a legalidade dessa cobrança. Isso é vital para se prevenir contra fraudes desse tipo”, afirma Luis Antonio Flora, diretor jurídico da Fecomercio.

A Fecomercio é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Representa 152 sindicatos patronais, que abrangem cerca de 600 mil empresas, um universo que corresponde a 10% do PIB brasileiro e gera em torno de 5 milhões de empregos.

Da assessoria da Fecomercio / Sebrae

Microsoft recomenda que usuários evitem apertar F1 ao usarem o navegador

Tecnologia | A Microsoft recomenda aos usuários do Windows XP que não apertem a tecla F1 quando pedido por um site, como parte da reação a uma vulnerabilidade que ainda não foi corrigida que pode ser usada para invadir computadores usando o Internet Explorer (IE). Em um boletim de segurança divulgado na segunda-feira (1/3), a empresa confirmou um erro no VBScript, oferecendo mais informações sobre a falha e dando dicas sobre como proteger o computador até o lançamento da correção.

Por Gregg Keizer/Computerworld/EUA

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Brincadeira a sério - Os games nas redes sociais

Matéria publicada no jornal O Dia, em 24 de fevereiro de 2010, com dados do IBOPE Nielsen Online



Após se firmarem como ponto de encontro na internet, as redes sociais, principalmente Facebook e Orkut, estão se tornando uma arena de jogos. Cuidar de fazendas, ilhas, animais e até de gangues ocupa agora quase um terço do tempo dos usuários desses sites. Segundo o IBOPE Nielsen Online, dos 7,2 milhões de usuários no Brasil que passaram pelo Facebook em dezembro, 32% se divertiram com algum joguinho.


Um dos perigos reais é a facilidade com que essas brincadeiras se tornam um vício. A estudante Gabriela Rivas, 20 anos, acorda todo dia às 9h para cuidar de colheitas no Farm Ville e alimentar seu monstrinho no Pet Society. Não sai de lá antes das 16h. "Cuido do bicho enquanto arrumo o quarto. Administro a fazenda enquanto faço comida. Há uns nove meses minha rotina é essa", conta a estudante. 


Cerca de 72 milhões de pessoas que participam do Farm Ville têm rotina parecida. Em dezembro, dos usuários do Facebook que entraram em aplicativos, 48% navegaram na página mais visitada do Farm Ville, 22% na do Mafia Wars e 18% na do Cafe World. 


"Quanto mais você joga, mais tem o que fazer, sempre falta algo. Requer tempo e dedicação. Daí ser viciante", explica Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas. "É preciso cuidado porque alguns se envolvem demais e passam a viver em função do jogo". 


Mas também há benefícios. Quem joga precisa lidar com estratégia,colaboração e competição. E como muitos jogos são em inglês é uma forma de praticar o idioma. Artur Figueiredo, 20 anos, estudante de Engenharia de Produção, diz que os jogos o ajudam. "É preciso avaliar custo e benefício, possibilidades, planejar. Isso me ajuda nas aulas", conta. 


Para Lemos esses jogos são uma tendência que vão se aperfeiçoar nas redes sociais. "Esses são os primeiros passos. Haverá uma competição acirrada, vai ter aplicativo para tudo: distribuição de música, notícias, conteúdo. O Facebook está mais adiantado, mas o Orkut já tem um aplicativo de música integrado ao Youtube que cria rádios virtuais", avalia.


Fonte: IBOPE Nielsen Online / Portal IBOPE

sábado, 16 de janeiro de 2010

Kotler: 5 passos para o sucesso em marketing

Philip Kotler é professor de Marketing Internacional da Kellogg School of Management, da Harvard University, há mais de 20 anos



Confira ,a seguir, o que esse especialista entende como os cinco passos para o sucesso em marketing:


1. Chegue sem ser pego pelo radar. A chave para a construção da marca é ter algo bom, que você revela de maneira muito inteligente. Algo que seja até mesmo invisível por um tempo, porque você quer estar fora da tela do radar dos concorrentes.


2. Conheça seu cliente. Você tem que entender e escolher os clientes que você quer atender. Não vá, simplesmente, atrás de todo mundo. Defina o mercado-alvo cuidadosamente por meio da segmentação de mercado e, então, posicione-se como diferente e como superior para aquele alvo específico de mercado.


3. Tenha sua estratégia de branding. Nós não estamos mais em um estado de concorrência; estamos em uma condição de hiperconcorrência. Então, as pessoas estão desesperadamente em busca de algo a que se agarrar, como itens funcionais dos produtos e apelos emocionais a eles. Deveríamos pensar em ter uma palavra, ou uma frase, que ajudasse a construir retenção e lealdade por parte dos clientes.


4. Permaneça à frente da concorrência. O ruim é que, se algo funcionar, seus concorrentes vão copiar e, antes que você perceba, qualquer coisa que você tenha como diferencial será imitada pelos outros. Portanto, você está no ramo da inovação constante. Pergunte-se o tempo todo: “Daqui a três anos, qual será nosso diferencial?”


5. Crie uma experiência. De vez em quando, vemos que alguém desenvolveu uma abordagem totalmente nova para um mercado maduro. Há um grande movimento no sentido de dizer “nós não estamos apenas acrescentando serviços ao nosso negócio e ao nosso produto; estamos, na verdade, tentando criar uma experiência”. Estamos no negócio do desenvolvimento de experiências.


Fonte: HSM Online

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Twitter vendedor - Veja como tirar vantagem desta rede


Matéria publicada pelo site Diário do Comércio Online, em 4 de janeiro de 2010, com dados do IBOPE Nielsen Online


Ele foi criado em 2006, teve as primeiras contas abertas no Brasil em 2007, estourou em 2009 e terá este ano que dizer a que veio. Mesmo sem um plano de negócios definido, o Twitter, palavra mais mencionada na web hoje, conquistou internautas de todo o mundo. O Brasil, com quase 10 milhões de usuários, lidera o ranking  dos que permanecem mais tempo no serviço: 57 minutos por mês, ultrapassando os britânicos e norte-americanos, segundo pesquisa do IBOPE Nielsen Online. Os números e a força da ferramenta chamaram a atenção do mundo corporativo, que testa diferentes formas de usar a rede de microblog.


Um dos exemplos brasileiros mais bem-sucedidos é o do site camiseteria.com. A loja virtual que vende camisetas com estampas criadas por designers e escolhida pelos usuários já fazia sucesso na rede. Com um modelo open-source baseado na participação do internauta, a Camiseteria soube como poucas capitalizar seu sucesso no Twitter. Com milhares de seguidores, a empresa foi a primeira a fazer uma campanha de retuíte (que significa passar para frente o tuíte original) na rede. Obteve críticas, mas também muita repercussão. "Estamos sempre inventando coisas diferentes para testar", explica Fábio Seixas, dono da empresa. Ele diretamente e mais duas pessoas são responsáveis pela conta no Twitter (@camiseteria), que além de promover campanhas e produtos, também faz atendimento ao consumidor e funciona como um canal de divulgação da marca. Atualmente, o microblog é responsável por 12% das vendas feitas na loja e a expectativa é que este número cresça com a popularidade cada vez mais alta da ferramenta.


Outra que apostou no Twitter para desenvolver seus negócios foi o e-commerce comprafacil.com. A empresa, que já trabalhava com blog corporativo para reforçar as vendas, viu no serviço uma forma de potencializar o relacionamento com o consumidor. O que já fazia sucesso no blog – o personagem robô Facilita – foi transportado para o serviço de microblog (@BlogCompraFacil). Além de divulgar promoções, explicar funcionalidades dos produtos e atender a demandas dos clientes, o robozinho personifica na web o atendimento ao consumidor. "Nosso principal objetivo é criar relacionamento da marca com os clientes", explica Gustavo Bach, diretor de Marketing da loja virtual. Já na primeira ação via Twitter, o retorno foi além do esperado. A campanha, que consistia em um leilão exclusivo para seguidores com produtos eletrônicos da loja, contou com a interação de 300 participantes e teve mais de 1.200 lances. Depois dele, a empresa promoveu mais três leilões. Segundo Bach, a ação conseguiu triplicar o número de seguidores. "Passamos de 2 mil para quase 6 mil usuários conectados conosco", conta. A empresa também investe em monitoramento de mídias sociais para registrar a percepção do consumidor. "Além de saber o que falam de nós, podemos agir mais rápido em caso de comentários negativos", explica Bach.


Fonte: Site www.ibope.com.br

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Gmail offline atinge a maioridade


Função que permite manipular e-mails fora da internet entra oficialmente como opção no serviço do Google.


Após cerca de um ano na área experimental Labs, a função Offline do Gmail está oficialmente disponível para todos os usuários do serviço.


Quando instalada, a função permite que o usuário acesse a interface do Gmail mesmo sem estar conectado à internet, podendo ler e escrever e-mails, realizar buscas e organizar as mensagens.


Recentemente, o Google adicionou dois novos recursos à função Offline: a possibilidade de escolher mensagens para serem baixadas e lidas offline e a possibilidade de adicionar anexos aos e-mails.


Em um post no blog oficial do serviço, o Gmail disse que o apoio dos usuários aos testes realizados ao longo do ano foi fundamental para que o recurso fosse finalizado.


Para ativar o Gmail offline, o usuário precisa entrar em “Configurações” na parte superior da tabela, entrar na aba “Off-line”, selecionar “Ativar E-mails off-line neste computador” e clicar em “Salvar alterações”.



Por Redação do IDG Now!

Publicada em 08 de dezembro de 2009 às 15h10

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Semana Global do Empreendedorismo


Em todos os estados brasileiros e em mais de 90 países ao redor do mundo a próxima semana será dedicada ao empreendedorismo. Só no Brasil, serão realizadas mais de 600 atividades relacionadas ao tema, com participação de 4 milhões de pessoas, na estimativa da organização da Semana Global do Empreendedorismo – que acontece entre 16 e 22 de novembro.


“A proposta da semana é dar mais visibilidade ao assunto, fomentar as discussões e a troca de experiências com atividades dos mais variados tipos”, explica o mobilizador do evento no Paraná, Bruno Patias Volpi. No estado, estão programadas pelo menos 12 atividades – número que pode aumentar até o início da próxima semana, com a adesão de novos parceiros. Estão programadas palestras e oficinas de capacitação, apresentação de cases, jogos e competições (a programação completa está no site www.semanaglobal.com.br). A maioria das atividades, segundo a organização, é focada na discussão de ideais e oportunidades. Mas também estarão em pauta os temas inovação, sustentabilidade, acesso a financiamento e planos de negócios.


Ao longo de toda a semana também acontece o Mutirão do Empreendedorismo, no qual um grupo de voluntários visita comunidades de baixa renda para identificar empreendedores e premiar as melhores iniciativas.


Projeto


A Semana Global do Empreendedorismo é um movimento mundial organizado pela Fundação Kauffmann, dos Estados Unidos, e pela inglesa Make Your Mark. No Brasil, o movimento é liderado pelo Instituto Empreender Endeavor.


O primeiro evento aconteceu em 2004, na Inglaterra, idealizado pelo primeiro ministro britânico Gordon Brown. Em 2007, os Estados Unidos promoveram a Entrepreneurship Week e no ano passado foi realizada a primeira edição brasileira.


Fonte: Sebrae

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Versão de testes do Firefox 3.6 melhora velocidade e adiciona recursos

Novo modelo do navegador traz ferramentas como modificação na aparência, aperfeiçoamento na inicialização e suporte à tecnologia HTML5.


A desenvolvedora de softwares para web Mozilla colocou para download a versão de testes do navegador Firefox 3.6. Estão disponíveis cópias para PC, Mac e Linux no site oficial da empresa.


Além dos recursos prometidos, como melhoria na velocidade de aplicações JavaScript, verificação de atualizações para complementos e sincronização de favoritos, a Mozilla anunciou outras novidades:


- Modificação na aparência do navegador utilizando o gerenciador de temas Personas;
- Aberto, o vídeo nativo pode ser mostrado em tela cheia e oferece suporte a frames de pôster;
- Suporte ao Formato de Fonte WOFF;
- Melhorias nas respostas do navegador e tempo de inicialização;
- Suporte para novas tecnologias CSS, DOM e HTML5.


A nova versão de testes do Firefox 3.6 é baseada no motor de renderização para web Gecko 1.9.2. O Gecko é uma plataforma amigável não só aos desenvolvedores de web e complementos, mas também aos usuários. O motor foi criado pela Mozilla e sua última versão parece ser voltada para a atualização do navegador.


A empresa demonstrou o apoio aos desenvolvedores nas atualizações e melhorias para o seu navegador através de um site especial para o processo.


Por IDG News Service
(Brennon Slattery)